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Comprar e negociar, Tendências
11 de Dezembro de 2019.

O que esperar do investimento em imóveis para 2020

As condições de financiamento imobiliário mais atrativas, o crescimento na concessão de crédito, as constantes quedas na taxa básica de juros e a inflação controlada são fatores que formam o panorama ideal para o setor da construção civil, para os investidores do mercado imobiliário e para o cliente final.

Na opinião do economista e especialista em mercado imobiliário José Pereira Gonçalves, investir em imóveis sempre é uma boa alternativa, pois, além da valorização na maioria dos períodos, o proprietário pode alugar para gerar renda e tem a possibilidade, ainda, de morar.

E se a ideia é investir em um imóvel para alugar, o retorno financeiro pode ser bem interessante. A Pesquisa de Valores de Locação Residencial do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) de outubro registrou um aumento de 5,16% no acumulado de 12 meses (novembro de 2018 a outubro de 2019). Considerando o mesmo período, o valor dos aluguéis ficou acima do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) da Fundação Getúlio Vargas, que registrou variação de apenas 3,15%.

“Em 2019, os números disponíveis bem como os principais indicadores demonstram que o mercado imobiliário entrou em novo período de crescimento. Existem vários fatores que contribuem para o crescimento do mercado. Entre eles, as condições mais favoráveis de crédito e as taxas de juros praticadas nos financiamentos, que têm registrado quedas bastante significativas”, explica Gonçalves.

Para o economista, em qualquer parte do mundo investir em imóvel é um bom negócio, por ser uma das formas de investimento mais seguras, principalmente em cenários com juros em queda. “Em períodos de baixa taxa de juros, como o que estamos vivendo atualmente, essa é uma excelente alternativa para a alocação de recursos, já que os tradicionais instrumentos oferecidos pelo mercado estão com remuneração muito reduzida”, comenta.

Em linha com o que diz Gonçalves, recentemente a Selic – taxa básica de juros da economia – foi reduzida para 5% ao ano, menor nível histórico. E, segundo analistas do mercado, a previsão é a de encerrar o ano em 4,5%, mesmo percentual estimado para o final de 2020.

Segundo estudo da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) sobre os impactos da queda dos juros na habitação, essa nova realidade parece ser duradoura e acompanha um movimento mundial, uma vez que alguns países já trabalham com juros reais negativos.

E como todo mercado depende de recursos, os bancos também estão otimistas com o segmento imobiliário.  Os números da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 7,53 bilhões em outubro, segundo maior resultado mensal desde maio de 2015. De janeiro até outubro, foram emprestados mais de R$ 62 bilhões para a aquisição e construção de imóveis, crescimento de 34% comparado ao mesmo período do ano anterior.

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